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Novo conceito de nutrição de alface 17/04/2011

 
O cultivo de alface é um dos mais importantes na produção nacional de olerícolas e além do peso da extensão das suas áreas, faz parte da dieta alimentar diária da maioria dos Brasileiros independentemente do seu poder aquisitivo.

Como é um alimento consumido “in natura”, a sua produção deve levar em conta de modo mais rigoroso a segurança alimentar, fazendo com que agregue não só a qualidade, mas acima de tudo a tolerância zero, em relação à sua contaminação com produtos químicos indesejáveis e prejudiciais à saúde.

Com o aumento da produção em hidroponia, os países do Mercado Comum Europeu já adotaram o controle de resíduos de nitratos nas folhas de alface, que não devem ultrapassar os 3.000 ppm. Caso esta quantidade supere este valor, mesmo sendo cultivada no sistema hidropônico torna-se cancerígena pelo acúmulo de nitritos no organismo. Há mais de dez anos que este controle é obrigatório nos países da União Européia e por esta razão deve constar como garantia nas embalagens.

O fato de a alface possuir um ciclo curto e, portanto, uma colheita a cada 38 a 50 dias, dependendo da variedade e da estação do ano, torna-se imperioso a utilização racional dos critérios de nutrição. Devido aos ciclos sequenciais de cultivo, o acúmulo de nutrientes no solo ao longo do tempo provoca frequentemente o seu desequilíbrio na proporção técnica a que cada um deles deveria obedecer.

Por esta razão a maioria dos produtores começam a provocar defeitos fisiológicos graves, como estiolamento e pendoamento precoce no verão, excesso de doenças foliares, queima das “bordas” por deficiência de cálcio, cabeças ocas ou sem compacidade nas alfaces do tipo americana e ademais, uma conservação pós-colheita com perdas acima de 30% nos pontos de varejo.

Exigências do mercado

Em relação aos fertilizantes a serem escolhidos, sugiro que os colegas responsáveis comecem a perceber não só a sua eficiência e viabilidade econômica, como também a sua concepção de fabricação no que toca às suas matérias primas, com o objetivo de uma menor emissão de CO2 e a sua contribuição efetiva para a sustentabilidade do planeta, conforme solicitação do governo e da sua pauta apresentada em Copenhagen na Dinamarca.

Outro paradigma a ser quebrado é a recomendação de formulações concentradas do tipo “20-05-20” ou “25-00-25”, num mundo carente de matérias primas, dominadas por monopólios, que elevam os preços das mesmas, sempre que houver alguma oportunidade.

Nutrição

Segundo dados acadêmicos, cerca de 70% dos fertilizantes perdem-se por lixiviação e volatilização, como no caso da ureia. Portanto, é fácil perceber que o emprego de formulações deste tipo não só causam perdas consideráveis às divisas nacionais como não são politicamente corretas, e o pior ainda é que provocam um maior desbalanceamento das proporções corretas dos macronutrientes, a consequente redução da absorção de outros essenciais como o cálcio, responsável pela deficiência de “fundo preto” em tomate e a queima das “bordas” de alface no verão, acarretando perdas que podem chegar a mais de 35% das safras de alguns produtores.

Sendo assim, o mais recomendado, dentro do atual contexto, seria a utilização de fertilizantes politicamente corretos, formulados com matérias orgânicas cicladas, de menor concentração, porém, com um maior número de coberturas, de modo a proporcionarem uma menor perda e um maior aproveitamento radicular.

Com isso consegue-se um crescimento vegetativo mais consistente, mais equilibrado, mais uniforme e com plantas com maior peso médio e melhor conservação pós-colheita.

Para o primeiro plantio, além de se levar em conta o pH que deve andar em torno de 6,5 a 6,8 e a saturação de bases em 70%, é condição primeira observar a curva de absorção que deve atender o seguinte nível de nutrientes: 100 kg/ha de N; 350 kg/ha de P2O5 e 250 kg/ha de K2O, conforme quadro abaixo.
No sistema de fertirrigação não deve ser considerada a utilização da ureia, devido ao seu poder salino, bem como ao desbalanceamento dos demais nutrientes. Por outro lado, a C.E. (condutividade elétrica) não deve ultrapassar 1,5 ms/cm, para que se mantenha a salinização sob controle e se consiga o máximo do potencial genético das melhores cultivares.

O manejo de água, da mesma forma, é de primordial atenção, pois os dois estão constantemente conjugados e neste sentido é necessário redobrar os olhares e o conhecimento técnico para a manutenção da umidade do solo, que deve permanecer o mais constante possível e perto da capacidade de campo. O tamanho das plantas estará diretamente ligado ao manejo e gerenciamento destes dois componentes, altamente estratégicos para a maximização da qualidade final e do aumento da produtividade.

A gerência de nutrição vegetal da Nutrisafra Fertilizantes Ltda. lembra que a sua “Linha Verde” de alta performance agronômica e nutricional é a única desenvolvida e preparada para o novo contexto ambiental, onde é necessário a utilização de insumos politicamente corretos, de baixo impacto e específicos para uma agricultura cada vez mais pujante, porém sustentável.

A equipe técnica da Nutrisafra está à disposição de todos aqueles que desejem atualizar-se, de forma a estarem familiarizados com as novas regras do jogo, que farão parte intrínseca do agronegócio brasileiro, responsável por 33% do PIB nacional e que nos coloca como os primeiros produtores mundiais de alimentos do planeta.

A nossa instituição é a pioneira no setor de nutrição a propiciar para o campo a sua “Linha Verde”, composta de fertilizantes orgânicos certificados pelo IBD e de outros politicamente corretos. Estes são destinados exclusivamente a uma agricultura dos novos tempos, que deve estar cada vez mais preparada e engajada com as novas realidades ambientais.